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O que faz um personagem ser tão atrativo aos olhos dos leitores? O que sustenta a curiosidade em um personagem com tantos anos de vida editorial como o Homem-Aranha? As aventuras de Peter Parker são populares porque, como dissemos em suas origens, seus relacionamentos são verdadeiros e bastante próximos da nossa realidade.

Duvida? Tente então lembrar de todos os mais importantes acontecimentos de sua vida. Vai concordar que em pelo menos em algum momento, ela é muito parecida com alguma história do herói. Stan Lee foi muito sábio em usar esse aspecto e fazer com que ele afete tanto a vida de seu personagem.

Neste artigo, vamos conhecer algumas dessas relações e entender o que de tão importante elas têm para o Homem-Aranha. Como aconteceu anteriormente, faremos uma menção honrosa para alguns personagens, como os pais do garoto, Richard e Mary Parker, que apesar da extrema importância biológica, não foram tão fundamentais para a criação do mesmo.

Temos também Ben Reilly e Kaine que tiveram muita importância na vida de Peter Parker, mas que merecem uma matéria própria. Não podemos esquecer também da gatinha da Felícia Hardy, a Gata Negra.

I. Ben e May Parker


Poucos personagens foram tão importantes para o Homem-Aranha como esses dois. Ben e seu irmão, Richard Parker, nasceram no Brooklyn, em Nova Iorque. Ben treinou para ser um policial militar e conheceu sua futura esposa, May Reilly, ainda nos tempos do colegial. May, por sua vez, tinha um certo interesse em um rapaz que sem o seu conhecimento, havia se envolvido em alguns crimes. Ben então, certa noite, encontrou-se com May para que os dois pudessem conversar. Ben revelou à garota que o homem que ela amava havia sido preso, e passou a confortá-la desde então. A relação cresceu e
se tornou amor, culminando no casamento dos dois.

Após a morte dos pais, Peter Parker passou a morar com os tios, Ben e May Parker que o criaram e ensinaram praticamente tudo o que o herói tem por valores. Os dois não eram ricos e lutaram muito para fazer de Peter um bom homem.

Quando completou 15 anos, Peter sofreu um acidente que alterou sua estrutura genética e lhe concedeu surpreendentes habilidades! Tomado pelo poder, fez de tudo para mudar sua vida completamente; e conseguiu. Ao deixar um ladrão escapar, Ben acaba morrendo para ensinar uma lição que dita as atitudes do herói até os dias de hoje: “... com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades…”.

Deixando a mulher e o sobrinho, Ben agora se une ao grupo dos “Três Grandes” (no original, “Big Three”),  formado também por Jason Todd e Bucky Barnes a partir da frase “Ninguém  permanece morto nos quadrinhos, exceto por Bucky, Jason Todd e o tio Ben” (no original, “No one in comics stays dead except for Bucky, Jason Todd, and Uncle Ben”). Porém, em 2005, os dois primeiros da lista voltaram “à vida”, obrigando a frase a mudar para “Ninguém permanece morto nos quadrinhos, exceto pelo tio Ben” (no original, “No one in comics stays dead except Uncle Ben”).

Salvo em algumas histórias, sua morte é uma parte fundamental na vida do jovem Peter e isso praticamente não muda. Com o legado do tio, surge o Homem-Aranha, um herói capaz de sacrificar tudo por alguém que precise de sua ajuda, mesmo que signifique deixar sua vida pessoal de lado.

May Parker, foi e de certa forma é, uma das maiores preocupações de Peter. Devido à idade elevada, o teioso teme que ao descobrir sua identidade, ela tenha algum infarto e venha a falecer. Até o presente momento, ela é casada com o pai de J. Jonah Jameson, sendo conhecida como May Reilly Parker-Jameson.

II. Gwen Stacy


Nascida Gwendolyn Stacy, foi uma das namoradas de Peter Parker. Criada por Stan Lee e Steve Ditko, apareceu pela primeira vez em The Amazing Spider-Man #31 e teve uma grande importância na vida de Peter.

Sua criação se deve principalmente ao fato de Stan Lee e Steve Ditko não chegarem em um acordo sobre a aparência da mulher que seria realmente o amor do herói; Mary Jane Watson. Enquanto não estavam certos sobre Mary Jane, os dois decidiram criar uma personagem que, ao menos a princípio, não seria tão importante. Se você já leu algumas histórias do Homem-Aranha, deve saber que ela se tornou muito mais do que isso.

Gwen Stacy foi apresentada como a garota mais bonita da universidade onde estudavam personagens como Peter Parker, Flash Thompson e Harry Osborn. Começou com uma personalidade bastante
imatura e confusa sobre seus sentimentos a respeito de Peter. Buscando sempre motivos para odiá-lo, implicava constantemente com ele para tentar disfarçar a atração que sentia sem ter conhecimento de que o jovem nutria dos mesmos sentimentos que ela.

Quando Peter tornou-se amigo de Harry Osborn, os dois passaram a frequentar o mesmo círculo de amizades e acabaram ficando mais próximos. O inevitável aconteceu e os dois começaram a namorar. Para todos os conhecidos, isto foi um choque de realidade. De um lado temos Gwen, representante de uma classe relativamente alta e do outro, Peter, que precisava trabalhar para sustentar a ele e a sua tia May.

Conforme o relacionamento dos dois avançava, Peter tornava-se mais próximo de Gwen e o Homem-Aranha achou em seu pai, George Stacy, um grande amigo, que sempre o aconselhou e supriu o espaço de pai deixado por Ben Parker. George foi tão amigo do Homem-Aranha que, em dado momento, ao descobrir sua identidade secreta, optou por não revelar para ninguém.

Gwen acabou se transformando no porto seguro de Peter, que antes era solitário. Só de estarem juntos, Peter podia esquecer de todos os problemas que o preocupavam. A maior prova disto é vermos o casal em situações comuns, como ela cuidando de Peter quando ele estava doente, ou saindo para jantar, ou dançar.

Tudo mudou quando em uma luta contra o vilão Doutor Octopus, o capitão George Stacy foi morto. Antes de morrer, George contou que sabia de sua identidade secreta e fez Peter prometer proteger Gwen a todo o custo. Promessa feita, Peter não imaginou que seria tão difícil assim de cumprí-la, pois Gwen passou a culpar o Homem-Aranha pela morte de seu pai.

Com toda esta confusão, os dois acabaram se afastando. Gwen, pensando que Peter não a amava mais e decidiu morar com seus tios na Inglaterra. Apesar de tentar impedir sua partida, Peter não conseguiu chegar a tempo e só conseguiu ver o avião partir.  Logo na edição seguinte, o Homem-Aranha vai até a Inglaterra, mas ao passar por alguns contratempos, decidiu voltar, pois sentia medo de que ela o reconhecesse como o herói que ela julgava ter matado seu pai.

Porém, o afastamento dos dois não durou muito quando uma Gwen, morrendo de saudades, decide voltar para os Estados Unidos. O reencontro é de longe um dos mais emocionantes. Com planos como casamento, um emprego fixo e até de abandonar a vida de herói ao abdicar de seus poderes, os editores da Marvel ficaram assustados com a possibilidade de envelhecer o herói, fazendo-o perder sua identificação com os leitores. Entra em cena o plano que culminaria na morte da jovem…

O Duende Verde original, Norman Osborn, ao recobrar lembranças de sua vida como vilão, lembra também da verdadeira identidade do Homem-Aranha. Norman põe então em prática seu plano mais aterrorizador para destruir a mente do Homem-Aranha. Ao atrair a atenção do herói para a ponte George Washington¹, o vilão atira Gwen do alto da construção e em uma ação desesperada, Peter acidentalmente quebra o pescoço da jovem ao lançar sua teia. Esta passagem foi recontada mais tarde sugerindo que ela já estava morta ao ser atirada da ponte, para diminuir a culpa do teioso no acidente.

A história, que ficou conhecida aqui no Brasil com “A noite em que Gwen Stacy morreu” (no original, “The Night Gwen Stacy Died”) foi um marco não só na vida do Homem-Aranha como é considerada por muitos leitores, um dos marcos do fim da chamada Era de Prata dos quadrinhos.

Gwen, é a prova de que os personagens, quando criados, ganham vida própria e são capazes de tomar um rumo completamente diferente do que seus criadores planejaram.

Apesar de ter voltado algumas vezes em flashbacks ou universos diferentes, Gwen permance morta no universo clássico da Marvel.

Mesmo chocados com sua morte, muitos fãs preferem que ela fique do jeito que está do que em recontagens como a que ela na verdade teria ido para a Inglaterra pois estaria grávida de gêmeos de Norman Osborn e o mesmo a teria matado para esconder este fato de todos. Felizmente, quando Peter fez um pacto com Mephisto, os gêmeos passaram a não existir e a traição de Gwen nunca ocorreu.

III. Mary Jane


Filha de Philip Watson e Madeline Watson - agora separados - irmã de Gayle Watson e sobrinha de Anna Watson. Mary Jane Watson foi apresentada à Peter através de sua tia, que era vizinha de May Parker.

A primeira aparição da personagem foi em The Amazing Spider-Man #25, porém não teve revelado o seu rosto ou seus atributos físicos. Isso se deve ao fato de que os responsáveis pela revista na época, Stan Lee e Steve Ditko, não chegaram em um consenso sobre como ela seria; Steve queria alguém cuja beleza fosse estonteante, já Ditko queria algo mais próximo da realidade da história e de Peter, ou seja, uma mulher comum.

Esta indefinição dos dois durou meses e sempre que ela precisava aparecer, fazia com o rosto escondido. Somente com a saída de Ditko e a sua substituição por Romita foi que Lee enfim conseguiu impor sua vontade e a moça apareceu na forma de uma belíssima ruiva.

Sua real primeira aparição foi outro marco na vida de Peter, e entrou para a história com a frase “Admita tigrão… Você tirou a sorte grande!” (no original, “Face it, Tiger... You just hit the jackpot!”). Peter e Mary Jane começaram a sair, mas sua aparente superficialidade provou ser irritante para o jovem que escolheu sair com a loira Gwen Stacy.

Mary Jane então passou a sair com Harry Osborn, melhor amigo de Peter, mas se manteve perto de Peter e Gwen. Devido ao seu estilo de vida que definitivamente não era monótono, a garota decidiu dar um fim ao seu relacionamento com o filho de Norman. O que gerou um efeito bumerangue, pois Harry então passou a usar drogas e sofreu uma overdose. Isto, por sua vez, fez com que Norman recobrasse as lembranças de sua vida como o Duende Verde, que logo depois matou a jovem Gwen Stacy para punir o Homem-Aranha. Só então ela se deu conta das verdadeiras consequências do seu estilo de vida.

Depois de saber sobre a morte de Gwen, Mary Jane tentou consolar Peter que, abalado com a morte de sua amada, responde furiosamente à sua maneira aparentemente frívola e despreocupada, dizendo “Você não se arrependeria nem se sua própria mãe tivesse morrido”. Isto foi duro da parte dele, visto que a mãe dela havia realmente morrido. A garota pensa em ir embora, mas hesita e decide voltar. Isto serviu como um momento decisivo na relação dos dois. Nos próximos dois anos, a amizade deles se tornaria mais próxima e eventualmente, começariam a namorar.

Apesar de amar Peter, Mary Jane se vê em uma situação complicada quando ele a pede em casamento - duas vezes! - e acaba recusando. Depois de muitas reviravoltas, idas e vindas no relacionamento conturbado do casal, ela acaba aceitando e os dois mais uma vez marcam história nos quadrinhos com o que ficou conhecido como “O casamento do ano”.

Quem apostaria num “felizes para sempre” depois do casamento, vai precisar esperar um pouco mais. Na vida de Peter, nada parece ficar bom por muito tempo e com seu casamento também foi assim. Peter sumia sem dar explicações, a morte de Harry Osborn, a falsa reaparição de seus pais e o fato do filho ter nascido morto, só contribuíram para esse complicado casamento. Mesmo com todos estes problemas, eles superaram.

Bom, superaram até que nos eventos que se passam após a Guerra Civil, onde Peter revela sua identidade, sua tia sofre um atentado e é morta. Para corrigir isso, o herói vai à procura do demônio Mephisto para pedir que a traga de volta. Mephisto, no entanto pede que em troca ele abra mão de seu casamento com Mary Jane e de tudo o que aconteceu nesse período.

De certa forma, isso foi bom para o herói pois corrigiu algumas burradas que os editores cometeram e deu nova vida a suas histórias, mas, por outro lado, tudo o que ele viveu com Mary Jane foi praticamente descartado.

Atualmente, depois de ensaiar várias voltas ao namoro, Mary Jane está em um relacionamento com o bombeiro Ollie.

IV. Harry Osborn


Nascido Harry “Harold” Osborn, é um personagem criado por Stan Lee e Steve Ditko, teve sua primeira aparição em The Amazing Spider-Man #31 quando Peter ingressou na Universidade. Harry era um personagem dúbio que passava de melhor amigo de Peter, para um de seus maiores inimigos, o Duende Verde.

Filho de Norman Osborn e Emily Osborn, Harry nasceu e cresceu em Nova Iorque. Sua mãe morreu no parto, como consequência do enfraquecimento por uma doença que contraíra vários anos antes. Norman tornou-se frio e distante, constantemente agredindo Harry que, sem entender, passou a
buscar a aprovação do pai.

Harry entrou na Universidade ao mesmo tempo em que seu pai se tornou o Duende Verde e isto só afastou mais os dois. Sendo um dos alunos mais ricos da Universidade, Harry se tornou rapidamente popular, apesar de seu jeito mais retraído. Devido à natureza tímida dos dois, tanto Peter quanto Harry demoraram para se entenderem, mas quando o fizeram, viraram grandes amigos, chegando a dividir um luxuoso apartamento.

Com o tempo e os diversos encontros, tanto o Homem-Aranha quanto o Duende Verde sabiam as identidades secretas um do outro. Peter ficou horrorizado em saber que Norman era seu maior inimigo. Enquanto isso, Harry passava maus bocados ao começar a experimentar algumas drogas. Inclusive, o Homem-Aranha chegou a usar este fato para tentar trazer Norman de volta a sua sanidade, ao mostrar seu filho inconsciente por usar cocaína.

O estilo autodestrutivo de vida que Harry levava, acabou fazendo com que seu namoro com Mary Jane terminasse; o que só piorou as coisas. A gota d’água aconteceu quando o garoto vê seu pai, vestido como o Duende, enfrentando o Homem-Aranha na ponte. Confronto este que culminou na morte de Gwen e na de seu pai. Foi então que Harry descobriu a verdadeira identidade do Homem-Aranha e jurou se vingar.

De volta à mansão, Harry encontra todo o arsenal do pai, bem como o soro que este usava para obter as habilidades sobre-humanas. Aperfeiçoando a poção, o jovem assume o manto do pai e parte ao encontro do Homem-Aranha.

Peter logo se dá conta de quem está por debaixo da máscara do duende e ao derrotá-lo, entrega Harry aos cuidados do Doutor Bart Hamilton, que consegue isolar a personalidade doentia de Harry para que este pudesse ter sua vida de volta.

Após o ocorrido, Harry chegou a ter um relacionamento com Liz Allan, com quem mais tarde se casou e teve um filho chamado Norman, em homenagem ao pai. Porém, quando acidentalmente encontra parte do arsenal antigo do pai, Harry passa a ter flashes de sua época como Duende. Os flashes foram o suficiente para trazer sua insanidade de volta e mais uma vez vestir o manto do Duende Verde.

Durante a saga “Inferno”, sua insanidade estava no auge e seu ódio pelo Homem-Aranha era maior do que nunca. O Duende Harry consegue enfim derrotar seu maior inimigo e para consumar sua vitória, prende Peter na mansão de seu falecido pai, onde ocorreria uma festa com todas as pessoas que renegaram ou um dia fizeram algum mal ao seu pai. Seu plano era detonar todo o lugar e assim sua vingança estaria completa.

Harry só não estava contando com a presença de Mary Jane e de seu próprio filho. Ao ver os dois, ele recobra uma parte de sua sanidade e acaba salvando todos da explosão. No entanto, o choque da explosão aliado ao efeito da droga mais poderosa já desenvolvida por ele, faz com que Harry tenha uma parada cardíaca e morra nos braços de Peter Parker enquanto pede por perdão.

Como a regra da morte só se aplica ao tio Ben, era óbvio que Harry voltaria à vida. A explicação para a sua sobrevida seria a de que o fator de cura presente na fórmula do Duende não deixaria o usuário morrer, tal como acontece com seu pai.

Norman ofereceu à Harry uma vaga em sua equipe de Vingadores, como o herói Filho da Pátria, mas ele escondeu do filho suas reais intenções. Quando Harry descobriu, acabou recusando a proposta, não sem antes dar uma merecida surra em seu pai.

V. J. Jonah Jameson


Jonh Jonah Jameson Junior, ou simplesmente J.J.J.J. - difícil, não? - é o editor chefe do Clarim Diário (no original, Daily Bugle), criado por Stan Lee e Steve Ditko com sua primeira aparição em The Amazing Spider-Man #1. Stan Lee costuma dizer que a personalidade de J.J. foi baseada na dele.

Você deve estar se perguntando o porquê dele estar nessa lista e não qualquer outro personagem, certo?

Bom, apesar dos apesares, J.J.  soube dar bons empregos para pessoas que não teriam nenhuma chance, como o fotógrafo Peter Parker ou o ex-vilão Frederick Foswell, conhecido como O Chefão, Robbie Robertson, um dos primeiros personagens negros de destaque nos quadrinhos.
que pouco depois foi morto. Em seu lugar veio o equilibrado

Orgulhoso do filho que tem, diz que ele é o verdadeiro herói americano e não um alguém que esconde o rosto. A propósito, seu ódio por mascarados vem do trauma causado pela morte de sua primeira esposa ter sido causada por um deles.

Jameson já foi salvo diversas vezes pelo Homem-Aranha, sem que tenha agradecido qualquer uma delas. Em uma de suas histórias, ele fala sozinho que seu ódio pelo Homem-Aranha é porque ele não consegue ser metade do herói que o teioso é.

Na Guerra Civil, Jameson é um dos principais interessados na reforma de super heróis e sofre um desmaio ao descobrir que Peter Parker era o Homem-Aranha. Além de despedir o garoto, Jonah ainda tenta processá-lo por todas as mentiras contadas, porém desistiu ao encontrar Peter pessoalmente - não sem antes esmurrar o jovem até ferir um dos punhos.

Quando o Homem-Aranha vai com o Quarteto Fantástico para o Macro-Verso, onde a cada uma hora que passava lá, treze dias se passavam no seu mundo, ele descobre que Jameson se tornou o prefeito de Nova Iorque e que para piorar, o pai de Jonah tinha se casado com a tia de Peter. Sim, os dois passaram a ser meio que irmãos!

¹ Embora no desenho seja a ponte do Brooklyn.

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