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Soul Eater

O mangá de Atsushi Ohkubo, originalmente publicado em 2003 na revista Shonen Gangan e que ainda está em produção por lá, chega ao Brasil pela Editora JBC.

A história acompanha a artífice de foice Maka Albarn e sua foice sobrenatural, Soul Eater, Black☆Star, o artífice de anch’i e sua anch’i sobrenatural Tsubaki Nakatsukasa e o filho do Doutor Morte, Death The Kid e suas pistolas sobrenaturais, as irmãs Patti e Liz Thompson.

O objetivo dos artífices é transformar seus parceiros em uma Death Scythe, a arma usada pelo Doutor Morte, diretor da Academia da Morte para Armas e Artífices Neófitos (AMAAN). Para isso, é preciso entregar à sua arma, noventa e nove almas humanas e uma alma de bruxa.

E é a partir daí que vemos como esses personagens, cada qual com suas manias, preocupações e histórias passadas, desenvolvem o que tem tudo para ser uma ótima série.

Conferimos o primeiro volume e vamos deixar aqui nossa impressão sobre Soul Eater.

Em primeiro lugar, devemos deixar claro que o Universo da história, apesar de lembrar levemente o nosso, é bastante caricato, com direito a um Sol e uma Lua sorridentes. Isso pode incomodar o leitor que curte uma história com ambientação mais crível ou o leitor novato que está migrando do quadrinhos ocidentais.

A comédia está presente em peso, mas acabou contrastando muito bem com os dilemas dos personagens, que já começam a se despontar logo no primeiro volume. O roteiro realmente desperta seu interesse em ler e tentar descobrir as tramas que rondam os personagens. Desde a jovem que sofre com a iminente separação dos pais, e deseja criar uma Death Scythe tão poderosa quanto a atual, seu pai; até o filho do Doutor Morte que tem tudo para ser um dos mais fortes, mas perde por sofrer de um transtorno obsessivo compulsivo por simetria.

Sobre a tradução, considerada por muitos uma tarefa complicada, em Soul Eater ela passou muito bem. É claro que deslizes sempre são cometidos e desta vez também não foi diferente. Duas palavras não podem passar despercebidas: Shinigami-sama e Shibusen, que aqui ficou como Doutor Morte e AMAAN. Duas palavras que poderiam ser facilmente esclarecidas na sessão de notas do tradutor. É claro que a história e os personagens encobrem muito bem isso.

Personagens cativantes, história intrigante e muito criativa, esses e outros elementos tornam Soul Eater uma série que merece ser acompanhada. Confiram!

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